Postagens populares

terça-feira, 29 de maio de 2012

Está chegando o dia do IV Engeas!


Está chegando o dia do IV Encontro Nordestino de Grupos de Animais Selvagens!

A Universidade Federal do Piauí fica a 5km da cidade (sentido Teresina) e teremos uma equipe esperando os alunos para o alojamento.

Estamos muito contentes com a presença de vocês no evento. Espero que passem agradáveis momentos em nossa cidade e no nosso estado.

Enfatizando que o evento iniciará às 8hs do dia 31 de maio de 2012, mas, a partir das 14hs do dia 30 de maio, já estará disponível a entrega do material.

A família GBIO (Grupo de Estudos em Biodiversidade) se coloca a inteira disposição para esclarecimentos e dúvidas.

Um grande abraço.

Comissão Organizadora IV ENGEAS







terça-feira, 15 de maio de 2012

Programação





PROGRAMAÇÃO
Data: 31 DE MAIO A 03 DE JUNHO DE 2012.
Local: Universidade Federal do Piauí/Campus Profª Cinobelina Elvas, Bom Jesus, PI.

Horário
Quinta-feira: 31 de Maio de 2012
7:30- 8:00
Entrega de Material
08:00 – 8:30
Abertura do IV ENGEAS
9:00 – 10:00
       Os Desafios da Conservação da Caatinga e a Importância dos Corredores Ecológicas
Eugenia Vitoria e Silva de Medeiros
(Coordenadora Regional do ICMbio, Bioma Caatinga)
10:00 – 10:30
ESPAÇO ABRAVAS e LANÇAMENTO DO LIVRO "Aves do Alto Araguaia" (autor: Prof. Dr. Anderson Guzzi UFPI/CMRV)
10:30 – 11:00
Café Cultural
11:00 – 12:00
Principais intervenções clínico-cirúrgicas em aves silvestres
Palestrantre: Alexsandro Machado
(Faculdade Piodécimo/SE)
12:00 – 14:00
Almoço
14:00 – 16:30
Simpósio: O papel dos diferentes profissionais atuando juntos em prol da conservação da biodiversidade. Mediadora: Profª Msc. Lilian S. Catenacci, Bacharelado em Medicina Veterinária, UFPI/CPCE

Profª Drª Rejane Tavares Botrel: Bacharelado em Engenharia Florestal, UFPI/CPCE
Profª Werlanne Santana: Bióloga, FAP
Prof. Msc. Janailton Coutinho: Licenciatura em Ciências Agrícolas UFPI/CPCE
Prof. Msc. Leandro Pinto Xavier: Licenciatura em Ciências Socias, UFPI/CPCE com mestrado em Antropologia
Tânia Martins: Licenciatura em Jornalismo
16:30 – 17:00
Café cultural
17:00 – 18:00
Produção do caititu Tayassu tajacu Linnaeus 1758 (Pecari tajacu Jacq) em cativeiro: resultados produtivos como auxílio à sustentabilidade e conservação ex situ
Drª Natalia Inagaki de Albuquerque (Pesquisadora Embrapa Amazônia Oriental/PA)

18:00 – 19:00
Inventário, resgate e monitoramento de fauna do Projeto de Integração do Rio São Francisco
Atividades do Centro de Conservação e Manejo de Fauna-Caatinga CEMAFAUNA
Profª Drª Patrícia Avello Nicola (UNIVASF, Petrolina/PE)
Horário
Sexta: 01 de Junho de 2012

08:00 – 9:00
Status de conservação de répteis e anfíbios da região NE
Prof. Msc. Arnaldo Magalhães (UNIVASF, São Raimundo Nonato/PI)
9:00- 10:00
Ortopedia em répteis
Prof. Isaac Albuquerque (CESMAC/ AL)
10:00- 10:30
Café
10:30 – 11:30
 Genética da Conservação Prof. Fabio Britto (UFPI/CPCE)
11:30 - 12:30
Atividades de Pesquisa do Núcleo de Estudos e Preservação de Animais Silvestres-NEPAS da UFPI/Teresina
Profª Drª Maria Acelina Martins de Carvalho (UFPI/CPP)
12:00 – 14:00
Almoço
14:00 – 18:00
Mini-cursos

18:00-20:00
Apresentação de pôster



Horário
Sábado: 02 de junho de 2012

08:00 – 9:00
Impacto da Monocultura para a avifauna
Prof. Dr. Anderson Guzzi (UFPI/CMRV)
9:00- 10:00
O papel do tráfico de animais silvestres na transmissão de zoonoses
(Profª Msc. Lilian Catenacci (UFPI/CPCE
Diretora ABRAVAS)
10:00- 10:30
Café com conversa
10:30 – 11:30
Medicina da Conservação- os desequilíbrios ambientais e a emergência/reemergência de doenças
Jonas Lotufo Brant (Consultor Task Force for Global Health)
11:30 - 12:00
Premiação melhor pôster e encerramento do ENGEAS
12:00 – 14:00
Almoço
14:00 – 18:00
Mini-cursos



Horário
Domingo: 03 de junho 2012

05:00
Saída para o Pq. Nacional Serra da Capivara, São Raimundo Nonato,PI
19:00
Retorno do Pq. Nacional Serra da Capivara para Bom Jesus,PI


Mini-cursos Teórico-práticos:

1.     Manejo e Clínica de Aves Silvestres: Prof. Dr. Alexsandro Machado
2.     Clínica e Manejo de Répteis: Prof. Dr. Isaac Albuquerque
3.     Técnicas de Levantamento de Aves: Prof. Dr. Anderson Guzzi
4.     Técnicas de Levantamento de Anfíbios e répteis: Prof. Dr. Arnaldo Magalhães
5.     Resgate e Monitoramento de Mamíferos Silvestres: Profª Drª Patricia Avello Nicola Pereira
6.     Nutrição de Animais Silvestres: Drª Natalia Inagaki de Albuquerque (Embrapa Amazônia Oriental) e Prof. Msc. Lilian Silva Catenacci (UFPI/CPCE)
7.     Medicina da conservação- Zoonoses de animais silvestres: Jonas Lotufo Brant ( Consultor Task Force for Global Health)
8.     Educação Ambiental: Profª Msc Werlanne Santana (Faculdade Piauiense-FAP)

Público-Alvo: Estudantes e Profissionais da área de ciências biológicas e ciências agrárias.
Nº de Vagas: Congresso: 250 vagas
                            Mini-cursos: 20 vagas (mini-cursos 1 a 5); 50 vagas (mini-cursos 6 a 8).
           
Inscrição:
Categoria
Mini-curso
Encontro + mini curso
Estudante de graduação sócio ABRAVAS*
R$40,00
R$ 60,00
Estudante graduação
R$50,00
R$ 70,00
 Profissional sócio ABRAVAS*
R$60,00
R$ 80,00
Profissional
R$70,00
R$ 90,00
* anuidade 2012 em dia






                          

APOIO:



CRMV PI












                     




sexta-feira, 11 de maio de 2012

Informações sobre alojamento


ATENÇÃO INSCRITOS E INTERESSADOS NO ALOJAMENTO PARA O IV ENGEAS
Estamos tendo uma demanda muito grande de inscrições para o alojamento, portanto, para que todos tenham sua estadia garantida na UFPI, estamos solicitando que os alunos tragam barracas, pois temos espaço aberto disponível e o espaço das salas pode ser um pouco mais complicado para encaixar todas as pessoas.

Por favor, no ato de sua solicitação, forneça as seguintes informações:

Nome completo
De onde você está vindo (cidade/estado/universidade)
Sexo (masculino ou feminino)
Irá vir com barraca (sim ou não)

Se você vem em grupo com vários alunos, favor pedir ao seu responsável que envie uma lista de todas as pessoas, com as informações acima O MAIS RÁPIDO POSSÍVEL, pois as vagas estão se esgotando e em breve só teremos espaço para barracas.

Os inscritos que solicitaram vaga e que não fornecerem todas as suas informações até o dia 20 de maio serão deslocados para uma lista de espera.

Por favor, evitem fazer inscrições individuais com grupos grandes, pois dificulta e atrasa o nosso trabalho.

Faremos o possível para que todos fiquem alojados na UFPI, da melhor maneira possível.

Agradecemos a todos por estarem prestigiando nosso evento e aguardamos vocês aqui em Bom Jesus, COM ALOJAMENTO PARA TODOS!!!

Para maiores informações envie um e-mail para: alojamento.engeas@hotmail.com

Obrigada pela atenção de todos,

Maristela Melo
Medicina Veterinária UFPI/CPCE
Comissão Organizadora IV ENGEAS

quinta-feira, 3 de maio de 2012

Alojamento


ATENÇÃO INSCRITOS NO IV ENGEAS!!!!!

Se você está vindo de outro município ou estado, é estudante e deseja ter alojamento na UFPI durante os dias do evento, favor enviar um e-mail solicitando uma vaga paraalojamento.engeas@hotmail.com.

- Os interessados devem trazer colchonete, barracas, roupas de cama e banho além de artigos de higiene pessoal. Não esqueçam também de trazer seus jalecos para aulas práticas!!

- As vagas para o alojamento são limitadas!!!

Atenciosamente,

Maristela Melo
Medicina Veterinária/UFPI-CPCE

quarta-feira, 2 de maio de 2012

Prorrogado o envio de trabalhos

O envio de trabalhos para o IV Engeas foi prorrogado para  4 de maio.

Aproveite para mandar seu trabalho!


terça-feira, 1 de maio de 2012

Você sabe o que é Medicina da Conservação?



A conservação da biodiversidade e de ecossistemas saudáveis é extremamente necessária para a saúde dos indivíduos, das populações humanas e das demais espécies encontradas na natureza (DASZAK et al, 2004). Profissionais no campo da Biologia da Conservação estão cada vez mais reconhecendo as ameaças das doenças infecciosas e não infecciosas na conservação da vida silvestre (TAYLOR et al, 2001). E a incidência de doenças infecciosas emergentes e re-emergentes vem aumentando a cada ano, tanto nos países em desenvolvimento como nos desenvolvidos, como nas populações humanas e de animais domésticos que vivem nas áreas de transição com consideráveis remanescentes florestais (DASZAK et al, 2000; Verona, 2006). O papel das doenças, como um importante fator para a sobrevivência das espécies, esteve sempre atrelado às pressões humanas sobre os recursos naturais, que causam mudanças em escalas local, regional e global, com impactos diretos e indiretos na saúde dos animais (Verona et al, 2006). Essas mudanças incluem, por exemplo, a explosão demográfica da população mundial, a fragmentação e a degradação dos hábitats, a caça predatória, o isolamento de espécies e populações e o aumento da proximidade entre as comunidades humanas (e seus animais domésticos) das populações de animais silvestres (PATZ et al, 2000). Como conseqüência desses múltiplos estresses ambientais, ocorrem certas doenças emergentes, desestabilização de cadeias tróficas e efeitos danosos tanto na saúde de populações silvestres, como na ecologia dos hábitats fragmentados (PLUMB et al, 2007). A fragmentação florestal, por exemplo, pode mudar a composição das espécies e alterar o equilíbrio hospedeiro-parasita, favorecendo a ocorrência de zoonoses que antes estavam presentes apenas no ambiente silvestre (Corrêa; Passos, 2001). O conceito de saúde como forma de avaliação de qualidade de ecossistemas tem sido aplicado em programas de manejo ambiental de uma forma cada vez mais efetiva. A determinação e utilização de índices de saúde de populações de espécies selvagens em vida livre são necessárias e essenciais, como sinalizadora das condições gerais do estado do ecossistema, porque agem como um “prognóstico” da capacidade e equilíbrio de um sistema natural e auxiliam no manejo de populações a tempo de prevenir alterações drásticas e indesejáveis ao sistema como um todo (Verona et al, 2006). Algumas espécies animais podem funcionar como verdadeiros "termômetros", ajudando a monitorar a saúde dos ecossistemas. São "espécies sentinelas" - aquelas que, por refletir as perturbações do meio ambiente, podem servir de indicadores da conservação do meio (Mangini et al, 2006). Elas auxiliam levantamentos rápidos sobre os impactos ambientais e monitoramentos de longo prazo que tem o objetivo de acompanhar e avaliar a conservação ou degradação dos ecossistemas. A medicina da conservação surgiu para auxiliar a esclarecer aspectos ecológicos e sanitários de populações de animais silvestres, que certamente contribuirão com o entendimento da dinâmica das paisagens fragmentadas, da conservação dos ecossistemas e dos recursos naturais, buscando medidas e ações efetivas transdisciplinares.
Texto: Profª Lilian Silva Catenacci
Corrêa, S.H.R.; Passos, E.C., 2001. Wild animals and public health. In: Fowler, M.E.; Cubas, Z.S. Biology, medicine,and surgery of South American wild animals. Ames: Iowa University Press, p. 493-499.
VERONA, C.E.S . 2006. A importância de estudos de saúde de mamíferos selvagens para a saúde pública e manejo de unidades de conservação. VII Congresso Internacional sobre manejo silvestre na amazônia e américa latina, Ilhéus, Bahia.
VERONA, C.E.S.; PISSINATTI,A. Primates- Primatas do Novo Mundo (Sagüi, Macaco-prego, Macaco-aranha, Bugio).Tratado de Animais Selvagens, Cubas, Z.C.; Silva, J.C.R.; Catão-Dias, J.L.(eds.).(24)p.359-377.
DASZAK, P., A.A; CUNNINGHAM, A.D.; HYATT. 2000. Emerging infectious diseases of wildlife: threats to biodiversity and human health. Science, 287: 443–449.
TAYLOR, L.H.; S.M. LATHAM; M.E.J. WOOLHOUSE. 2001. Risk factors for human disease emergence. Phil. Trans. Roy. Soc. Lond., 356: 983–989.
DASZAK, P.; TABOR,G.M.; KILPATRICK, A.M.; EPSTEIN, J.; PLOWRIGHT. 2004. Conservation Medicine and a new agenda for emerging diseases. Ann. N.Y. Acad. Sci., 1026: 1–11.
PATZ, J.A.; GRACZYK, T.K.; GELLER,N.; VITTOR, A.Y. 2000. Effects of environmental change on emrging parasitic diseases. International Journal for Parasitology, 30:1395-1405.
PLUMB, G.; BABIUK, L.; MAZET,J.; OLSEN,S.; PASTORET,P.P.; RUPPRECHT,C.; SLATE,D. 2007. Vaccination in conservation medicine. Rev. sci. tech. Off. int. Epiz., 26: 229-241

sexta-feira, 20 de abril de 2012

Informações sobre viagem à Serra da Capivara


A Visita ao Parque Nacional Serra da Capivara não está incluída no pagamento do ENGEAS. A comissão organizadora conseguiu um ônibus com 44 vagas. Se houver lotação sairá a R$ 50,00 por pessoa, ida e volta.  Caso vá menos de 44 pessoas este preço aumentará.

A visita ao Parque é obrigatoriamente guiada. A diária do guia custa R$ 75,00 para grupos de até oito pessoas. Portanto, se formarmos grupos de até oito pessoas, cada um pagará menos de R$ 10,00.

A entrada no parque custa R$ 11,00, mas estudantes de rede pública terão isenção dessa taxa.

Para as pessoas que vão com transporte próprio, será necessário o pagamento apenas do guia e da entrada no parque.
Se você assinalou na sua ficha de inscrição que iria ao Parque, fique tranqüilo que nós entraremos em contato por email para confirmar esta ida e qual será o seu meio de transporte.